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Você sabia? Álcool gel ainda é obrigatório em Santa Catarina

Álcool gel é obrigatório em Santa Catarina

Produto essencial durante a pandemia de Covid-19, o álcool gel ainda é obrigatório em estabelecimentos públicos e privados em Santa Catarina. A Lei Estadual 19.051, de 28 de agosto de 2024, obriga a oferta de álcool etílico gel 70% para higienização das mãos.

“Os estabelecimentos deverão manter álcool em gel em locais de fácil acesso e visualização”, afirma a lei sancionada pelo governador Jorginho Mello.

Qualquer estabelecimento comercial que reúna aglomeração de pessoas deve ofertar o item. Veja quais:

  • Repartições públicas;
  • Centros comerciais, lojas de shopping centers e comércio em geral;
  • Aeroportos, estações e terminais rodoviários;
  • Agências bancárias, casas lotéricas e postos de serviços;
  • Supermercados, padarias, lanchonetes, bares, restaurantes e similares;
  • Consultórios médicos e odontológicos, clínicas, unidades básicas de saúde, unidades de pronto atendimento e hospitais;
  • Escolas, faculdades e outras instituições de ensino.

Se não cumprir a lei, o estabelecimento pode ser advertido por escrito, na primeira autuação. Se reincidir na infração, o Poder Executivo pode impor multa e penalidades administrativas.

Em dúvida, acione ou denuncie ao Procon SC!

Como acionar o PROCON SC

Telefone 151 – ligação gratuita apenas para tirar dúvidas dos consumidores.

Zap Denúncia – 48 3665 9057: para realizar uma denúncia através do WhatsApp do Procon SC.

Site do Procon SC: reclamações para pessoas que moram em cidades sem Procon municipal.

Além disso, o Procon SC atende presencialmente na Rua Conselheiro Mafra, 82, Centro, Florianópolis.

Procon SC integra operação da Polícia Civil que apreende peças de carros roubadas

Fiscalização do Procon SC em operação da Polícia Civil em Balneário Camboriú

A convite da Polícia Civil, o Procon SC integrou nesta quarta-feira (2) a 29ª Edição da Operação 311, voltada à fiscalização de estabelecimentos do setor automotivo. A operação em Balneário Camboriú apreendeu peças oriundas de veículos roubados em São Paulo, além de componentes de três veículos com os números identificadores suprimidos.

Atuando na esfera administrativa, o Procon SC notificou o estabelecimento comercial pela falta de alvará de funcionamento e o registro de credenciamento junto ao Detran-SC.

Apesar da ausência do dono do comércio, o gerente foi conduzido à sede da DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais), onde foi autuado em flagrante pelos crimes de receptação qualificada e adulteração de sinal identificador.

A operação teve início a partir de informações recebidas pela Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos da DEIC e pela Delegacia de Balneário Camboriú. Também participaram a Polícia Científica, Corregedoria do Detran, Polícia Civil e a Secretaria Estadual da Fazenda, que irá apurar indícios de sonegação fiscal identificados na diligência.

A fiscalização evidencia a importância de denúncias anônimas e da colaboração da população no combate ao crime. A Polícia Civil orienta que denúncias podem ser realizadas de forma segura e sigilosa por meio do Disque-Denúncia 181 ou pelo WhatsApp de denúncias, no número (48) 98844-0011.

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Foto: Procon SC
Texto: Filipe Prado

Procon SC divulga parcial da pesquisa de preços da Páscoa com 21 cidades

Confira a pesquisa de preços de Páscoa do Procon SC

O Procon SC divulgou nesta quarta-feira (2), em seu site, a primeira parcial da pesquisa de preços da Páscoa 2025. Com uma nova metodologia e participação dos Procons municipais, a iniciativa abrange diversas cidades de Santa Catarina, exibe os preços praticados e, nas maiores cidades, os endereços dos fornecedores para que o consumidor possa escolher as melhores opções.

Esta parcial já conta com os preços praticados por 127 fornecedores em 21 municípios catarinenses, agrupados pelas regiões geográficas: Norte Catarinense, Oeste Catarinense, Região Serrana, Sul Catarinense, Vale do Itajaí e Grande Florianópolis.

Os fornecedores que quiserem participar da pesquisa podem entrar em contato com o Procon SC até 10 de abril. No site há uma explicação de como proceder.

A cidade que registrou as duas maiores variações de preço foi Penha, com valores que indicam diferenças de 103,22% e 100,3% em relação ao mesmo produto. Na sequência, Chapecó (variação de 95,97%), São Francisco do Sul (85,97%), Água Doce (75,13%), Florianópolis (66,1%) e Itajaí (60,5%).

As demais cidades não tiveram variações de preço acima de 50%.

Veja as cidades e a quantidade de fornecedores participantes:

Florianópolis: 8
Mafra: 1
São Francisco do Sul: 6
Água Doce: 6
Chapecó: 4
Joaçaba: 5
Xanxerê: 6
Lages: 6
Criciúma: 6
Garopaba: 6
Sombrio: 3
Urussanga: 2
Balneário Piçarras: 10
Gaspar: 5
Ibirama: 7
Indaial: 7
Itajaí: 8
Luiz Alves: 1
Penha: 19
Rio do Sul: 6
Timbó: 5

A pesquisa de preços pode ser consultada neste link.

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Imagem: Viveane Fernandes
Texto: Filipe Prado

Cartilha de produtos falsificados: baixe e entenda os riscos da pirataria

Cartilha de produtos falsificados: baixa e entenda os riscos

Apesar de ser 1º de abril, Dia da Mentira, nenhum consumidor gosta de ser enganado. Pensando nisso, o Procon SC elaborou mais uma cartilha de informações.

Trata-se de algumas orientações para que o consumidor saiba distinguir e esteja ciente dos malefícios causados por produtos falsificados e pirateados.

Veja os riscos que produtos falsos podem causar à saúde, saiba como identificar uma cópia não autêntica e como denunciar.

Com o Procon SC, o consumidor não será enganado nem no Dia da Mentira!

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Na Alesc, Procon SC segue contra a liberação do bronzeamento artificial

Delegada Michele Alves, diretora do Procon SC, faz discurso contra a liberação do bronzeamento artificial em Santa Catarina

O Procon SC participou nesta segunda-feira (31) de uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) para debater o Projeto de Lei 410/2024. Em tramitação, o PL autoriza o funcionamento de câmaras de bronzeamento artificial em Santa Catarina.

A delegada Michele Alves, diretora do Procon SC, participou da deliberação pública e manteve sua posição contrária à prática estética. Além da questão médica, Alves citou dois argumentos do Código de Defesa do Consumidor (CDC) para embasar sua fala.

Em primeiro lugar, o CDC prevê o direito à informação precisa ao consumidor, o que muitas vezes não é cumprido. Muitas clínicas de estética não informam aos consumidores sobre os riscos causados pela exposição aos raios ultravioletas (UV).

Outro argumento utilizado pela diretora do Procon SC foi relacionado à defesa do consumidor. O artigo 4º do CDC prevê “proteção do interesse e das necessidades do consumidor, sua dignidade, saúde e segurança”. Um produto que coloca em risco a saúde do consumidor, portanto, é contrário à legislação consumerista.

Já a médica Mariana Sens, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia de Santa Catarina (SBD-SC), também presente no debate, afirmou que “não há níveis seguros à exposição de raios UV”. Ela demonstrou preocupação com uma eventual explosão de novos casos de câncer de pele em Santa Catarina, estado com a maior incidência de melanoma no País.

A SBD-SC divulgou, no final de 2024, uma nota de repúdio ao PL. De acordo com o documento, pessoas submetidas ao bronzeamento artificial antes dos 35 anos, além de acelerar o envelhecimento precoce, aumentam em 75% o risco de câncer de pele.

O câncer de pele não melanoma é o que tem maior incidência no País, sobretudo na Região Sul, mais suscetível à doença devido à população majoritariamente por pessoas brancas, o que é um fator de risco. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o “número de casos novos de câncer de pele não melanoma estimado para cada ano do triênio de 2023 a 2025 é de 220.490, o que corresponde a um risco estimado de 101,95 por 100 mil habitantes”.

De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado, Santa Catarina é o estado do País com maior incidência do câncer de pele melanoma, maligno e o mais grave. O Inca projetou, para 2024, que haveria 13,91 novos casos por 100 mil habitantes – mais que o triplo da média nacional, com 4,3 por 100 mil habitantes. Entre janeiro e setembro de 2024, 5.496 pessoas foram diagnosticadas com câncer de pele não melanoma e 353 casos de melanoma no Estado.

Outro argumento ao debate é o custo do tratamento de câncer de pele no Sistema Único de Saúde (SUS). Em Santa Catarina, entre 2022 e 2023, o Estado gastou mais de dois milhões (R$ 2.052.721,48) ao tratamento da doença, entre terapias e cirurgias que podem ser de alta complexidade.

O Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC) também posicionou-se contra o Projeto de Lei.

O PL que autoriza o bronzeamento artificial em Santa Catarina é de autoria da deputada Ana Paula Silva (Paulinha). Atualmente, o projeto encontra-se em análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), com relatoria da deputada Ana Caroline Campagnolo.

Histórico

O bronzeamento artificial é proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 2009. Em 2016, o Supremo Tribunal Federal (STF) reforçou a constitucionalidade da resolução da Anvisa. Em 2023, a Advocacia Geral da União (AGU) confirmou, na Justiça Federal de Santa Catarina, a legalidade da resolução.

Isso porque, em 2016, a morte de uma estudante de 20 anos por parada cardíaca em decorrência de bronzeamento artificial chocou o País.

Contudo, em dezembro de 2023, uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo autorizou uma clínica a realizar o procedimento, o que reacendeu o debate público. Enquanto a Justiça do Rio Grande do Sul liberou a prática, a 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, no interior de São Paulo, manteve a proibição, o que anulou decisão da 4ª Vara Federal de São José do Rio Preto.

Conclusão

Para evitar insegurança jurídica e zelar pela proteção e saúde do consumidor, o Procon SC mantém com veemência sua posição contrária à liberação do bronzeamento artificial em Santa Catarina. Há alternativas estéticas não prejudiciais à saúde. Além disso, a literatura médica é ampla e unânime em relação aos malefícios da exposição aos raios UV.

Em dúvida ou se quiser denunciar alguma clínica de estética clandestina, acione o Procon SC!

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Anvisa suspende interdição de creme dental, mas alerta a efeitos adversos

Colgate Clean Mint com fluoreto de estanho voltou a ser comercializado

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) suspendeu a interdição ao creme dental Colgate Total Clean Mint, realizada na última quinta-feira (28). Após recurso da empresa, o produto tem a permissão para ser novamente comercializado.

Contudo, a agência pede que os consumidores fiquem alerta e a notifiquem caso tenham alguma reação adversa. A pasta de dente tem causado reações colaterais em pessoas com sensibilidade ao fluoreto de estanho, composto químico utilizado na nova fórmula do produto.

“A recomendação do alerta é para que os consumidores observem sinais de irritação e interrompam o uso do produto nessa situação. Caso o desconforto seja persistente é importante procurar um profissional de saúde”, informa a Anvisa.

Além disso, a Anvisa afirma que “fabricantes devem garantir que a rotulagem contenha informações claras sobre possíveis reações adversas e instruções de uso adequadas”.

Consumidores têm relatado efeitos colaterais após o uso do produto:

  • Inchaço nas amígdalas, lábios e mucosa oral;
  • Ardência e dormência nos lábios e na boca;
  • Boca seca;
  • Gengiva irritada;
  • Vermelhidão.

Outro lado

A Colgate divulgou uma nota na qual alega que “o produto não oferece riscos à saúde, mas pessoas podem apresentar sensibilidade a certos ingredientes”.

Veja a nota na íntegra:

“A Colgate reforça seu compromisso com a qualidade e segurança de seus produtos. Estamos cientes da decisão da Anvisa por uma interdição cautelar ao creme dental Total Clean Mint, que não implica no recolhimento do produto. A companhia entrou com recurso que resultou na suspensão automática dessa interdição na quinta-feira (27). Seguimos tomando todas medidas cabíveis para interagir com a Anvisa e demonstrar a segurança do produto. É importante reafirmar que o produto não oferece riscos à saúde, mas algumas pessoas podem apresentar sensibilidade a certos ingredientes – como fluoreto de estanho, corantes ou sabores. Nossas equipes estão preparadas para esclarecer quaisquer dúvidas sobre o creme dental Total Clean Mint com autoridades, profissionais, clientes e consumidores”.

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Foto: Pixabay
Texto: Filipe Prado

Procon SC alerta: empréstimo consignado pode levar ao superendividamento

Planejamento financeiro é essencial para evitar dívidas

As modalidades de empréstimo consignado podem auxiliar algumas pessoas, mas também podem culminar no acúmulo de dívidas e até no superendividamento, situação na qual o consumidor não consegue pagar suas dívidas e manter o mínimo existencial para suas despesas básicas.

O consignado é uma modalidade de crédito pessoal cujas parcelas são descontadas diretamente na folha de pagamento ou benefício previdenciário. Recentemente, o Governo Federal passou a disponibilizar o consignado também a trabalhadores com carteira assinada. O chamado Crédito do Trabalhador já concedeu R$ 1,28 bilhão em 193.744 contratos de empréstimos apenas na primeira semana, de acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Um balanço divulgado pelo Banco Central em novembro de 2023 estimava 15 milhões de brasileiros em situação de superendividamento. O Serasa, em julho de 2023, apontou que mais de 71 milhões de brasileiros tinham dívidas.

Em setembro de 2024, o Procon SC participou do lançamento do Programa de Apoio aos Superendividados (PAS), junto ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), Defensoria Pública, Procon Florianópolis e Poder Judiciário. O PAS atende pessoas superendividadas e permite a renegociação das dívidas, junto à Lei do Superendividamento e garantindo o “mínimo existencial” de R$ 600.

Problemas com o empréstimo consignado

Além do contexto de endividamento, o crédito consignado foi alvo de 1.584 reclamações no Procon SC entre março de 2024 e março deste ano. Veja os problemas mais relatados:

  • Não entrega do contrato ou documentação relacionada ao serviço: 404 reclamações;
  • Cobrança por serviço/produto não contratado/não reconhecido/não solicitado: 341 reclamações;
  • Cobrança de tarifas, taxas, valores não previstos/não informados: 173 reclamações;
  • Cobrança indevida/abusiva para alterar ou cancelar o contrato: 105 reclamações;
  • SAC – demanda não resolvida/não respondida/respondida após o prazo: 80 reclamações.

Os dados indicam que, além de problemas de consumo relativamente usuais, muitos empréstimos consignados são concedidos sem contratação. Este cenário pode afetar muitos consumidores que não têm o hábito de conferir com esmero as movimentações em suas contas.

Portanto, fique atento: se precisar contratar um empréstimo consignado, verifique se os juros cobrados estão de acordo com os valores praticados no mercado. Tenha certeza de que os descontos na folha não irão comprometer despesas futuras, apesar de a Lei 14.431/2022 estabelecer teto de 35% do salário bruto à parcela. Por exemplo: se o salário for de R$ 3.200, o consumidor pode pagar até R$ 1.120 por mês na parcela do empréstimo consignado.

Verifique seu orçamento e calcule os gastos para não comprometer seu equilíbrio financeiro. Outra dica é ler atentamente o contrato de empréstimo: os termos, taxas, prazos e condições associadas ao empréstimo. Por fim, pesquise sobre a instituição financeira com a qual irá contratar o empréstimo: consulte avaliações e o histórico para ter certeza que o fornecedor é confiável.

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Anvisa interdita pasta de dente após relatos de efeitos colaterais

Anvisa proibiu a venda da Colgate Clean Mint

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu nesta quinta-feira (27) a comercialização de todas os cremes dentais Colgate Clean Mint. A interdição do produto, publicada no Diário Oficial da União, tem prazo previsto em lei de 90 dias e foi feita após relatos de efeitos colaterais.

Segundo a agência, oito notificações envolvendo 13 casos de “efeitos adversos” foram registradas desde o início deste ano. Há, ainda, relatos de consumidores em redes sociais e também no site Reclame Aqui sobre os sintomas causados pelo produto:

  • Inchaço nas amígdalas, lábios e mucosa oral;
  • Ardência e dormência nos lábios e na boca;
  • Boca seca;
  • Gengiva irritada;
  • Vermelhidão.

As reações citadas ocorreram após uma alteração na fórmula do creme dental. A Colgate ainda pode recorrer da decisão.

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Imagem: IA
Texto: Filipe Prado

Produtos falsificados geram riscos à saúde: saiba identificar e denunciar

Consumidor deve ficar atento e denunciar falsificações

Produtos falsificados e “pirateados” podem facilmente ser localizados em diversas cidades brasileiras e são muito procurados pelos baixos preços. Contudo, muitas pessoas desconhecem os malefícios causados à sociedade e à saúde de quem os compra: a pirataria pode levar à morte!

Há diferença: enquanto um produto “pirata” pode ser entendido como cópia de obras protegidas por direitos autorais (filmes, músicas, softwares), a falsificação é intencionalmente projetada para se parecer com o original (roupas, calçados, brinquedos, etc.).

No último ano, entre março de 2024, e março deste ano, o Procon SC abriu 22 processos administrativos a partir de denúncias de produtos falsificados. Cada denúncia ou reclamação de um consumidor implica em um processo individual.

Entenda os riscos que produtos falsos podem gerar:

  • Remédios: a falsificação de medicamentos é crime hediondo no Brasil e pode levar à morte. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), os remédios falsos são uma ameaça crescente, já que o comércio farmacêutico online pode impulsionar a venda de produtos tóxicos e prejudiciais à saúde;
  • Bebidas: o comércio de bebidas falsificadas já matou muitas pessoas pelo mundo, já que produz os mesmos efeitos de embriaguez e o gosto pode ficar muito próximo ao do original. No entanto, o metanol é geralmente utilizado na composição, o que causa infecção no nervo óptico e pode levar até a um quadro de cegueira. Ainda pode haver complicações nos rins, alteração no pH do sangue, gastroenterite, entre outros danos à saúde;
  • Brinquedos: podem apresentar materiais tóxicos, como tintas que contêm chumbo em sua composição, ou que se desintegram, o que representa grave risco a crianças;
  • Tênis: podem causar dano ortopédico;
  • Óculos de sol: não filtram os raios UV e podem danificar os olhos;
  • Eletrônicos: celulares e carregadores ou baterias de íons de lítio para laptop, por exemplo, apresentam risco de incêndio, choques e até explosão;
  • Financiamento de organizações criminosas: produtos pirateados e falsificados não recolhem impostos e podem financiar atividades criminosas através de lavagem de dinheiro.

Como identificar produtos falsificados:

  • Opte sempre por comprar em lojas e sites de fornecedores confiáveis. Muitos produtos só podem ser adquiridos em comércios autorizados (revendedores autorizados). Tenha cuidado com vendedores ambulantes, feiras e comércio de rua em geral. Pela internet, busque as avaliações e verifique a credibilidade do marketplace.
  • Peça sempre a Nota Fiscal e a garantia do produto;
  • Desconfie de preços muito inferiores ao do mercado;
  • Desconfie da qualidade – produtos falsificados são mal-acabados, com falhas de fabricação e defeitos visíveis;
  • Procure selos de autenticidade, certificação e homologação de órgãos reguladores: Inmetro, Anvisa, Anatel;
  • Martketplaces e plataformas online são responsáveis pela qualidade e segurança do que vendem – se desconfiar de produtos piratas, denuncie.
  • Se o fornecedor não quiser trocar um produto falsificado pelo original ou mesmo responsabilizar-se pela venda, o consumidor pode acionar o Procon ou mesmo procurar a Justiça e denunciar à polícia.

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Arte: Procon SC
Texto: Filipe Prado

Carnaval de Florianópolis não registra reclamações após ação do Procon SC

Consulado foi a campeã do Carnaval de Florianópolis 2025

Os camarotes da Passarela Nego Quiridu, em Florianópolis, não registraram reclamações neste ano após ação do Procon SC. A Diretoria de Relações e Defesa do Consumidor notificou alguns camarotes em relação à precisão das publicidades, o que foi prontamente atendido.

Com isso, as propagandas foram atualizadas e passaram a informar exatamente o que seria oferecido: horário de início e término dos eventos, o tipo de comida e as marcas das bebidas oferecidas no “open bar”.

A ação do Procon SC, seguindo o Artigo 30 do Código de Defesa do Consumidor, visou à “publicidade suficientemente precisa”: “correta, clara, precisa e ostensiva”.

Com isso, o Carnaval oficial de Florianópolis transcorreu sem problemas ao consumidor – diferente do ano anterior, quando o Procon SC registrou diversas reclamações em relação aos camarotes.

A participação do consumidor é fundamental à ação do Procon SC! Em dúvida, acione o Procon SC!

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Foto: PIC.ZEROSEIS – Pedro Malamam
Texto: Filipe Prado